segunda-feira, 18 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

OOOOOOOOI :)

Gente, ta aqui a fic interativa :)) http://justfanfictionwriters.blogspot.com.br/p/loving-him-is-red-por-larissa-brum.html Vou postar nessa página separada pra não ficar dando bug no blog, ok ? Então, espero que gostem. /beeeeeeeiju

quarta-feira, 13 de março de 2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

oi, pessoas

Entããããoooo, haha, eu escrevi essa fic tem um tempinho e, sem dúvida, ela é a minha favorita, a Carol repostou aqui no blog e, como eu já disse, eu sempre tava aqui lendo os comentários de vocês e tudo mais, e como terminou eu vim agradecer por isso, por vocês que acompanharam e comentaram, enfim, foram tão fofos, obrigada, mesmo, eu espero que eu não tenha desapontado vocês, enfim, é isso, não sei se ela vai postar outra fic, mas se postar eu espero que vocês interajam tanto quanto interagiram com essa, show? Beijos, lindos <3

I Love You To The Moon And Back - Capítulo 30 - FINAL

                                             Capítulo 30

Coloquem essa >>  música << pra carregar e deem play quando eu der o aviso :) 
-Demi – Joe chamou baixo a sacudindo de leve – Demi, levanta – começou a trilhar um caminho com beijos delicados indo do ombro até a nuca dela, que se mexeu arrepiada.

-Me deixa, Joe – resmungou ainda meio inconsciente.

-Já tá tarde e já estão todos esperando, já vamos servir o almoço – ele disse e ela deu um pulo da cama.

-O CHURRASCO – gritou assustada se lembrando do que havia combinado com sua família.

-Exatamente – ele sorriu meigo – vai se arrumar e não demora pra descer.

Demi concordou ainda meio sonolenta e se levantou para tomar um banho rápido, ao constatar que o tempo estava um pouco nublado, o que era raridade, se deu conta do por que não ter acordado com a claridade, há tempos não dormia tanto, abriu o chuveiro e respirou aliviada por estar se sentindo melhor e pelo tempo estar assim, isso facilitaria com as blusas de manga comprida.

Desceu rapidamente com um moletom qualquer que praticamente a engolia e um short jeans, Joe nunca entendera essa mania de Demi mas achava extremamente sexy o fato dela usar um casaco tão grande que escondia o short, sorriu ao vê-la completamente a vontade e aparentemente bem melhor.

-Desculpem o atraso – ela sorriu sem graça indo falar com todos ali.

-Que nada, querida – Denise sorriu de leve – estamos terminando aqui.

-Quer ajuda? – ela apontou para as panelas torcendo para a resposta ser negativa, não sabia cozinhar muito bem mas não podia ter deixado de se oferecer.

-Não, sua mãe e a Dani estão me ajudando – respondeu – obrigada.

Demi sorriu e se virou vendo Joe se aproximar com Ronan no colo.

-MÃE – o menino gritou e aquilo pareceu exigir muito de suas forças, Demi sorriu e estendeu o braço pegando-o no colo.

-Oi, meu príncipe – fez um carinho que suspirou deitando a cabeça em seu ombro.

-To com fome – ele disse baixo – e eu não gosto de frio.

Demi soltou um risinho fraco.

-Nem eu – torceu o nariz e se sentou em uma cadeira próxima a piscina ajeitando Ronan no colo, logo engataram um papo qualquer.

-To preocupado – Joe puxou uma cadeira se sentando ao lado de Miley e Nick que conversavam animadamente sobre qualquer coisa, ele encarava Demi e Ronan – eu me esforço mas não consigo agir como se isso não fosse acabar a qualquer momento.

-Joe – Miley chamou se aproximando dele.

-Não dá, Miles, não consigo – ele olhou pra ela de forma desesperada – a Demi também não consegue, eu sei que não – um nó apertou sua garganta quando se lembrou da cena da noite anterior.

-Mas ela tá tentando, cara – Nick disse baixo – mesmo que essa preocupação toda esteja assustando ela também, ela ta tentando fazê-lo feliz aqui – ele se virou pra encarar Demi e Ronan que agora gargalhavam de algo – tenta também.

Joe suspirou agoniado e ficou pensando em como sua vida estava uma bagunça. Enterrou o rosto nas mãos e segurou o choro respirando fundo, agradeceu quando Dianna e Dani chegaram com travessas de comida e colocaram na mesa chamando todos para se aproximar, Eddie fez uma oração e naquele momento ele não precisou fazer esforço para parecer feliz, todos estavam a vontade, todos sorriam, todos se sentiam bem, e ele pertencia àquele lugar, aquela era sua família.

-Tchau – Demi sorriu para Denise, Kevin, Dani e Frankie que preferiram ficar hospedados em um hotel.

-Todos já foram? – Joe perguntou encarando Demi que fechava a porta.

-Uhum – ela sorriu pra Ronan que estava deitado no colo do pai vidrado na TV – vou pegar alguma coisa doce pra eu comer – riu – quer?

-Eu quero – Ronan levantou o dedo sem tirar o olho da TV.

-Ah, você está me escutando, né – Demi riu – vou pegar – saiu correndo e quando chegou deu um grito de dor.

-Demi?! – Joe gritou desesperado se levantando e deixando Ronan no sofá.

-Calma, não foi nada – ela tentou rir mas seu pé sangrava um pouco, se abaixou e pegou o objeto que havia lhe machucado – malditos dinossauros de plástico, eu sempre me machuco com eles.

-Tá vendo isso aqui? – Joe mostrou uma cicatriz no joelho – carrinho de polícia.

Eles riram juntos.

-Que foi, mãe? – Ronan apareceu na cozinha com olhar inocente.

-Campeão, você não pode deixar os brinquedos espalhados pela casa – Joe disse pegando o filho no colo e colocando-o sentado na bancada – a mamãe machucou o pé.

-Tá tudo bem, Joe – Demi tentou dizer mas ele a interrompeu.

-Ele tem que aprender – disse sério mas de forma suave – pede desculpas.

-Desculpa, mãe – ele pediu e estendeu os bracinhos pra que ela o abraçasse, e assim Demi fez.

-Ta tudo bem – sorriu com ele no colo.

-Mas esse dinossauro foi o Tio Frankie – disse sapeca, Joe e Demi riram.

-Depois ele vem pedir desculpas também – disse Joe abrindo a geladeira e pegando uma barra de chocolate – filme?

-E depois praia – Ronan levantou os braços empolgado.

-Praia com esse tempo? – Joe torceu o nariz.

-Poxa, quando tava sol eu tava na clinica – o menino abaixou o olhar – não precisa entrar na água, só quero pegar conchinhas.

-A gente vai – Demi disse e o garoto sorriu – tem uma praia aqui perto que não fica muito cheia, ainda mais em dias como esse.

Joe concordou e depois do filme eles se arrumaram pra ir até a praia, Demi mancava um pouco o que fez ele perguntar se ela não preferia ficar em casa, claro que não, ela não perderia essa tarde, Demi amava a beleza das pequenas coisas, dos pequenos gestos, e sabia que seria mais feliz naquela tarde do que já fora em toda a sua vida, estaria com a sua família em algo que parecia tão simples, mas devido a situação, começou a agradecer a Deus por cada segundo ao lado do filho.

-Sem correr, Ron – Joe disse observando o filho indo na frente enquanto ele e Demi caminhavam de mãos dadas mais atrás, a praia estava deserta e o vento parecia mais gelado vindo do mar – é estranho, uma hora ele ta bem e outra hora ele…

-Hoje não, Joe, hoje não – Demi sussurrou.

Depois que Ronan pegou as conchinhas que queria eles se sentaram na areia pra lanchar, era fim de tarde e estavam apreciando a vista, Demi estava com o pequeno deitado em seu colo enquanto se apoiava em Joe, ninguém disse nada, não era preciso dizer nada porque o momento falava por si, eles estavam completos ali, os três e não precisavam de mais nada.

-Vamos? – Demi perguntou baixo depois de um longo silencio, perderam a noção do tempo – tá ficando tarde e frio.

-Uhum – Joe concordou e ela se desencostou dele para que ele levantasse – bora, campeão – sorriu e estendeu o braço para Ronan – Ron – chamou de novo e sem saber porque Demi sentiu uma pontada aguda no coração – Ronan – Joe quase gritou dessa vez mas o menino não se mexeu.

Demi o encarou Joe em silencio enquanto lágrimas se formavam de uma maneira que qualquer um acharia humanamente impossível, ela voltou os olhos para o menino em seu colo e pediu a Deus que ele estivesse sonhando, sonhando com algo muito bom, já que a realidade estava distante disso. Joe sentiu as pernas falharem e se jogou de joelhos bem de frente pra eles chorando desesperadamente, encarou Demi mais uma vez e pode ver quando ela sussurrou no ouvido de Ronan:

-Eu te amo – engoliu o choro já que respirar estava ficando cada vez mais difícil – filho.

Narração Demi

Me arrumei mesmo sem sentir a mínima vontade pra isso, na verdade, não sinto vontade de fazer nada. Eu sabia que isso aconteceria uma hora, todos sabiam na verdade, mas daí realmente acontecer é algo assustadoramente terrível.

Encarei meu pé machucado antes de calçar uma sapatilha preta bem confortável e me olhei no espelho pela ultima vez, maquiagem seria besteira já que eu ainda não tinha parado de chorar nem por um segundo se quer, suspirei e peguei meu celular lendo os recados dos meus fãs, a mídia já sabia de tudo e mais uma vez eu encarei aquela tag nos assuntos mais comentados do twitter: Stay Strond Demi.

-Por vocês – sussurrei pra mim mesma e ouvi batidas na porta, ergui meu olhar e quase desmaiei, ver Joe daquele jeito era demais pra mim, queria poder tirá-lo de todo esse pesadelo mas isso seria impossível se eu não soubesse como sair também, tentei sorrir mas acho que não deu muito certo.

-Vamos? Tá na hora – ele disse apoiado na porta e eu suspirei concordando, peguei minha bolsa e desci.

Fomos em completo silencio até a capelinha que escolhemos, era pequena e afastada da cidade, saí do carro tentando controlar as lágrimas, Joe se apressou para me alcançar e entrelaçou nossos dedos apertando um pouco a minha mão, sabia que, independente de tudo, eu o teria do meu lado para me ajudar, olhei pra ele e mais uma vez tentei sorrir.

Entramos e todos que estavam ali me encararam, eu odeio olhares de pena, odeio mais do que tudo, aquilo fez minhas pernas vacilarem e eu fiz menção de desmaiar, um enjoo tomou conta de mim e eu pude sentir o pouco que eu ingeri naquelas ultimas horas voltando a toda na minha garganta, respirei fundo e engoli seco tentando manter a calma.

-Demi – Selena veio até mim e Justin me abraçou pela cintura, eles me conheciam bem, não precisava de palavras até porque, não tinha o que ser dito, precisava apenas de apoio, do apoio deles que me conhecem há anos.

-Você sabe que a gente está do seu lado sempre, né? – Bieber perguntou no meu ouvido e eu não pude deixar de chorar mais, o abracei com toda força que existia em mim e ele retribuiu de forma fraternal.

Quando Selena me abraçou eu pude jurar que desmaiaria ali, já passamos por tanta coisa juntas e eu não tenho palavras pra dizer o quanto o apoio dela vale pra mim, depois que todos falaram comigo eu achei que não conseguiria ficar ali dentro mais, me afastei e me sentei em um banquinho que estava no canto da capela, olhei todos ali e procurei por Joe e o encontrei na mesma situação que eu, do outro lado da sala, sentado, isolado.

Eu não consigo conter esse meu instinto de proteção por ele embora ele que me proteja na maioria das vezes, vê-lo ali, tão vulnerável, fez meu estômago revirar, abaixei a cabeça me sentindo um pouco tonta, levantei alguns minutos depois e voltei a olhar para Joe, mas ele não estava mais sentado lá, rodei meu olhar pelo salão e o encarei onde eu mais temia, no lugar onde eu não queria estar, me levantei vendo que ninguém prestava a atenção em mim ou nele e caminhei lentamente em sua direção, conforme me aproximava meu estomago dava outros sinais de que não estava nos seus melhores dias mas eu ignorava isso, quando cheguei perto o suficiente me agarrei a sua cintura e juntos nós choramos em silencio encarando nosso menino ali, deitado, como se estivesse dormindo tão tranquilamente que nada poderia perturbá-lo.

Depois de um tempo seguimos até o cemitério na cidade de Joe, era pequeno e simples e lá outros amigos dele se juntaram a cerimônia, chegamos e todos caminharam lentamente até onde ele seria enterrado, encarei a todos ali, a família de Joe, a minha família, alguns membros da minha banda que eram bem chegados a mim, Selena e Justin, todos que eu amava, todos, menos o mais importante.

Voltei meu olhar para aquele pequeno caixão e mais uma vez senti como se fosse desmaiar, olhei em volta e encarei a plaquinha ao lado, “Taylor Alison Swift”, caminhei até ela e me abaixei.

-Obrigada por ter confiado em mim para cuidar dele – falei baixo e me surpreendi com o som da minha própria voz – agora é sua vez – sorri fraco e senti uma mão no meu ombro me virei e Joe chorava ainda mais, me senti culpada por isso então me apressei pra pedir desculpas mas ele só me abraçou forte, nos soltamos quando eu ouvi o Pastor da cidade dar inicio a sua mensagem.

-Amém – ele finalmente disse depois de uma longa oração e pude sentir todos prenderem a respiração para o pior, o adeus definitivo, surtei.

-Espera – disse tentando não parecer tão desesperada – eu gostaria de mostrar algo a vocês antes – sorri para o Pastor que retribuiu de forma meiga, chamei Mike, meu guitarrista e grande amigo e ele correu até seu carro voltando com um violão – eu escrevi essa musica em uma das minhas madrugadas na clinica – consegui com muito custo conter as lágrimas – eu posso dizer com toda convicção que, o dia que ele me chamou de mãe foi o dia mais feliz da minha vida e nada vai se comparar ao amor que eu sinto – me neguei a usar o verbo no passado – por ele – fiz uma pausa e olhei pra Mike que concordou com a cabeça – Ron, eu sei que você pode me ouvir e eu quero que você saiba que eu te amo muito.

Coloquem a música

Comecei a cantar me surpreendendo com o fato de parecer controlada na maior parte da musica embora todos aqueles sentimentos me corroessem por dentro.

I remember your barefeet down the hallway

(Eu me lembro de seus pés descalços pelo corredor)

I remember your little laugh, race cars on the kitchen floor plastic dinosaurs, I love you to the moon and back.

(Lembro-me de sua risada delicada, carros de corrida no chão da cozinha, dinossauros de plástico. Eu te amo daqui até a Lua)

Fechei os olhos e me senti bem, me senti conectada a Ronan de forma inexplicável, senti como se ele (e Taylor) pudessem me ouvir, sorri ao perceber que, mesmo com tudo, ele estava bem, ele estava com sua mãe e não tinha porque me preocupar.

I remember your blue eyes looking into mine like we had our own secret club.

(Lembro-me de seus olhos azuis olhando nos meus como se tivessemos nosso próprio clube secreto)

I remember you dancing before bedtime then jumping on me waking me up.

(Eu lembro de você dançando antes de dormir e depois pulando em cima de mim para me acordar)

I can still feel you hold my hand little man, and even the moment I knew you fought it hard like an army guy.

(Eu ainda posso sentir você segurando minha mão, homenzinho, até o último momento eu soube, você lutou como um homem do exército)

Remember I leaned in and whispered to you: Come on baby with me, we’re gonna fly away from here, you were my best four years

(Lembro que eu me inclinei e sussurrei para você: Venha comigo, querido, vamos voar para longe daqui, você foi os meus melhores quatro anos)

Acordei daquele transe quando ouvi as últimas palavras da musica saindo da minha boca, suspirei e olhei pra Joe que também sorria emocionado e na hora tive a certeza de que ele havia tido a mesma sensação que eu, Ronan estava bem então nós também estaríamos, e só isso importa.






Quase nove meses havia se passado e eu ainda não acreditava como eu estava bem, quero dizer, Ronan fazia falta, ele sempre vai fazer, mas era como um anjinho agora, sabia que ele estava cuidando de mim e de Joe, sempre lembrávamos dele nas nossas orações e sempre sorriamos quando nos deparávamos com uma foto dele no mural do corredor.

-Joe, corre aqui – gritei um pouco desesperada de dentro do banheiro e ele brotou do meu lado com uma rapidez assustadora.

-Não me diz que – ele começou a dizer e eu soltei o grito de dor que estava preso na minha garganta.

-Pega a bolsa logo – disse entre dentes desesperada.

-Mas…

-JOSEPH, EU VOU PARIR DENTRO DO BANHEIRO, PEGA A MERDA DA BOLSA LOGO – gritei com ele porque homem nessas horas só funcionam sob pressão.

Duas semanas depois do enterro eu descobri que o enjoo que havia sentido não era só pela ocasião, ficar grávida foi uma das melhores experiências da minha vida e ter que lidar com Joe nesse período foi uma ótima escola para o nosso futuro casamento.

Não que um papel vá mudar algo, tudo estava como antes, a família de Joe voltou para sua cidade e ele ficou aqui comigo, estamos bem mas ele não conseguiu aturar muito bem minhas mudanças assustadoras de humor e meus desejos de madrugada, e agora não é capaz de pegar a bolsa que está dentro do armário enquanto eu urro de dor no banheiro.

-Calma, amor, respira – ele disse pondo a bolsa no ombro e me ajudando a por uma roupa.

-Eu to tentando – eu disse e gritei de novo – coloca a bolsa no chão, Joe, vai ajudar – disse tentando manter a calma.

-Boa ideia – ele respondeu rindo pelo nervosismo e colocou a bolsa no chão do banheiro me ajudando a colocar o vestido – vamos – ele me segurou pela mão e agora as contrações já não estavam em seu ápice, o que me possibilitou ir andando até o carro e instruindo Joe.

-Já ligou para a médica? – perguntei enquanto previa mais uma contração vindo, me agarrei no banco.

-Já, já sim – Joe disse dividindo a atenção pra mim e para o transito.

-Prefiro que você – parei de falar para gritar – olhe só para o transito.

-É melhor – ele riu.

-Do que você ta rindo, idiota? – perguntei realmente irritada e mordi uma toalhinha que estava na minha mão com o intuito de abafar o grito.

-Você toda nervosinha – ele riu mais – é engraçado.

Me irritei.

-ENGRAÇADO PORQUE NÃO É – parei pra gritar outra vez – VOCÊ, SEU INFELIZ.

-Eu não sou infeliz – ele estacionou e eu respirei aliviada por ter chegado, vi que Joe deu a volta e pegou a bolsa me ajudando a sair do carro logo em seguida – você me faz o cara mais feliz do mundo.

Não tive resposta para aquilo já que era quase impossível pensar com aquela dor indo e vindo de forma assustadora, graças a Deus a equipe médica estava preparada pra mim e eu entrei rápido na sala de parto, não sabia ainda se tinha maturidade e estrutura pra ser mãe, mais uma vez me lembrei de Ronan e sorri, ele tinha me ensinado o significado dessa palavra e na hora uma onda de confiança me invadiu.

-Cadê o Joe? – perguntei olhando em volta.

-Ele está se vestindo, daqui a pouco está aqui – a médica disse simpática – já escolheram o nome?

Acho que ela estava tentando me distrair e deu certo, qualquer mãe esquece do mundo quando o assunto é seu filho.

-Ainda não – sorri – não sabemos o sexo, preferimos a surpresa.

Ela riu concordando e eu pude ouvir a voz de Joe.

-Diga oi, futura mamãe – ele tinha o olhar marejado e me filmava de perto.

-Para, eu to horrorosa – me defendi.

Depois disso foi como se alguém tivesse avançado a cena de um filme, não liguei pra dor, não liguei pra nada, despertei apenas ao ouvir o som fraco, quase um resmungo, de um bebê, depois ficou mais forte e meu coração acelerou, pude ouvir que levaram ele pra longe de mim e Joe foi atrás e nesse instante me senti desprotegida, minutos depois eles voltaram e ele colocou aquele pequeno embrulho no meu colo.

-É uma menina – ele sorriu bobo e fez um carinho no meu rosto beijando a minha testa – uma menina linda.

-Ei minha princesa – sorri emocionada encarando aquele bebê tão pequeno.

-E então, diga oi – Joe se afastou pegando a câmera novamente – primeiro registro da – parou e me olhou como se concordasse com a ideia que eu tinha tido dias atrás, então suspirei feliz que ele tenha gostado da ideia.

-Taylor – dissemos juntos e extremamente felizes.

As vezes penso que a vida pode ser comparada a uma praia, sorri ao lembrar como Ronan amava praias, a nossa havia sido uma bagunça, como o mar em dias de tempestades, furioso, mas agora, agora eu sinto que finalmente tudo está se acalmando, sinto que tudo está entrando nos eixos e o que resta é essa calmaria, ondas pequenas, que nos fazem pensar que no fundo, tudo tem um propósito, tudo vale a pena.





AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, último capítulo, todos choram ))):

Espero que vocês tenham gostado, me inspirei MUITO na musica da Taylor e em um clipe do Nickelback que eu não me lembro exatamente qual agora, enfim.

MUITO OBRIGADA AOS QUE COMENTARAM E TUDO MAIS, MESMO, MUITO OBRIGADA, espero ter correspondido as expectativas.
- Larissa

Geeeeeeente, acabou :((( E aí, o que que vocês acharam do final ? Comentem, por favor!
-Carol 

quinta-feira, 7 de março de 2013

EEEEEEEEEI

Gente, cês querem que eu poste o último capítulo logo ? Heeeein ?

ATENÇÃÃÃO!

Gente, eu to deprimida! A fic tá acabando :((( Falta 1 capítulo, 1! Espero que vocês gostem, aguardem e preparem os lencinhos !

I Love You To The Moon And Back - Capítulo 29

                                     Capítulo 29

Quando a sensação de felicidade, se sentindo justa em se punir daquela forma, passou, o sentimento de culpa a invadiu tão violentamente como um soco e a fez chorar mais uma vez de forma mais assustadora que antes, jogou a lamina longe, não viu ao certo onde caiu, e se encolheu de novo, dessa vez, sem se importar com o chão gélido, encarou o nada pondo a mão na nuca balançando de um lado para o outro, o que acabara de fazer era inadmissível, estava lutando contra isso há mais de um ano, não podia simplesmente jogar tudo fora.

Respirou fundo tentando acalmar os pensamentos suicidas, era sempre assim, ela abria uma brecha, por menor que fosse, e todos os outros monstros internos se afloravam de tal forma que ela não conseguia dominar, negou com a cabeça e a levantou sentindo a água cair sobre seu rosto, pediu a Deus forças e quando abriu lentamente os olhos encarou os dedos já enrugados, há quanto tempo estava ali? Se perguntou. Possivelmente a mais de uma hora.

Levantou-se relutante e desligou o chuveiro quando teve a certeza que o fluxo de sangue em seu pulso, pouco abaixo da palavra “stay”, havia parado.

-Strong – encarou o outro pulso enquanto pegava a toalha – sua força é uma piada – riu sem humor e passou a toalha pelo corpo envolvendo a mesma no cabelo depois que terminou – você é uma piada, Demi – disse baixo embora houvesse prometido que não se diminuiria mais com essas palavras tão duras.

Colocou um band-aid nos dois cortes piores e ignorou os outros, esses não sangrariam de novo, vestiu suas roupas íntimas e pensou no que colocaria para dormir, precisava ser algo de manga comprida embora desacreditasse que Joe fosse dormir com ela, mesmo assim, precisava ser precavida, porém estava calor e todas as blusas que tinha eram pesadas demais para dormir, até que se avistou seu pijama xadrez vermelho e preto atrás da porta do banheiro, vestiu-o e ficou apenas de calcinha já que ele era bem maior que ela e tinha um tecido bem leve, deixando-a confortável para o calor e para esconder as novas marcas.

Encarou o espelho e viu que estava acabada, rosto abatido, cansado, os olhos ainda um pouco inchados e olheiras, suspirou e escovou os dentes rapidamente, já havia enrolado muito ali dentro, mordeu os lábios, deu uma última conferida pra ver se não tinha nenhum vestígio de sangue nem nada que a entregasse e saiu encontrando Joe sentado na cama olhando pra ela.

Ignorou-o completamente, foi até a penteadeira pegando um dos seus melhores cremes hidratantes, começou a passar na perna quando ouviu Joe pigarrear, não se virou pra ele, nem se mexeu, continuou fazendo o que estava fazendo.

-Esse é o meu favorito – ele disse se referindo ao hidratante mas ela continuou ignorando-o – você não vai falar comigo, né? – fez uma pergunta retórica – não vai perguntar onde eu fui? O que eu fiz? Com quem eu estava? – frisou a palavra “quem”.

Demi o encarou e suspirou derrotada, desabotoou a blusa e passou o creme pelo pescoço descendo até a barriga em movimentos circulares, Joe arfou mordendo os lábios.

-Não me importo, você já é bem grandinho – terminou e tampou o potinho colocando-o na penteadeira – e outra, com certeza tinham paparazzi atrás de você.

-Então você vai procurar saber?

-Não – se sentou na cama e ele se ajeitou para olha-la – eu quero continuar confiando em você, embora ultimamente você não tenha me dado muitos motivos.

Aquelas palavras lhe atingiram de uma forma assustadora, apesar de tudo, não queria perde-la, não suportava a ideia de não estar com ela, por um instante se desesperou.

-Desculpa – sussurrou – depois que eu vi você colocando o Ronan pra dormir eu tive certeza que você tomou a decisão certa, o lugar dele é aqui com a gente…enquanto for possível – sussurrou o final.

-Tenta não pensar nisso, ok? – ela sorriu de leve e passou a mão no rosto dele – eu te amo e eu não quero estragar tudo.

-Eu que estou estragando tudo – ele abaixou o olhar rindo da situação – eu acho que não te mereço.

-Eu também acho que não – disse sincera e ele a encarou – mas fazer o que, né, a gente não escolhe quem a gente ama.

-Sua sinceridade sempre me impressiona.

-Quem bom – ela riu e tombou para o lado dando um beijo demorado nele – boa noite – disse começando a abotoar a blusa do pijama.

-Ah, não, deixa aberta – reclamou.

-Como é? – ela riu e terminou o último botão – creio que isso não é o certo a se focar agora, né.

-Não podemos pagar mal por mal – repreendeu Joe sorrindo da situação.

-Para de rir, eu não to brincando.

-O que? – ele se assustou com a ideia.

-Isso mesmo, lindinho – Demi se aproximou dele – greve de sexo – disse pausadamente.

-Tá de brincadeira…

-Você acha que eu ia te perdoar tão facilmente? – riu – iludido.

-Demi, me desculpa, eu – começou a atropelar as palavras.

-Joseph, calma, você ainda não viu nada – ela aproveitou que ele estava sem camisa e arranhou de leve a barriga dele que se contraiu na hora – além de não ter nada por um tempo que eu ainda vou determinar – ela se aproximou mais e mordeu os lábios dele, seguindo uma fileira de outros beijinhos de leve até a orelha voltando a sussurrar – eu ainda vou te provocar até você implorar por isso.

-Isso não sei faz – ele disse com dificuldade mantendo os olhos fechados, mas não resistiu a proximidade e a pegou pelo braço se virando para ficar por cima, ao mesmo tempo que a ouviu reprimir um grito de dor – tá tudo bem?

Demi não conseguiu conter a lágrima que rolou lentamente pelo seu rosto, Joe arregalou os olhos desesperado e se afastou procurando onde podia tê-la machucado, quando encarou onde suas mãos estavam se desesperou.

-Me solta – ela disse com dificuldade enquanto uma vergonha a invadia – me solta, por favor – pediu e sua voz vacilou com o desespero, ele a soltou e na hora ela passou a mão no pulso.

-Demi – sussurrou apavorado, uma coisa era ela ter esse hábito, outra era ela manter, e o pior, por culpa dele, na hora que se deu conta do que havia acontecido, ele se lembrou das palavras duras que tinha dito na clinica.

-Não fala nada, Joe – ela se levantou – ninguém entende, ninguém nunca entende.

-Eu…

-Você diz que não me merece – ela o interrompeu – mas eu é que não te mereço, na verdade, ninguém memerece – ela suspirou sentindo seu rosto se inundar com as lágrimas – olha pra mim, sou uma louca que não tem coragem pra enfrentar os problemas e se machuca – parou de falar e o encarou, seu olhar estava carregado de desespero, era como se as palavras mostrassem uma coisa e os olhos mostrassem outra, na verdade, ela só queria ajuda – sabe o que é pior? Uma menina qualquer me parar na rua e me dizer que eu a fiz forte, que eu a ensinei a passar por cima dos seus problemas, eu – ela riu sarcástica – eu, Joseph, EU? – começou a gritar do nada – EU SOU UMA MENTIRA, EU NÃO SOU FORTE, EU QUIS ME MATAR DENTRO DAQUELE BANHEIRO E SABE O QUE ME IMPEDIU? – ele engoliu o nó na garganta e encarou a menina frágil a sua frente – você – sussurrou – você e o Ronan são o que me prendem aqui.

Ele não sabia o que falar, olhou pra ela tentando entender o que ela queria, realmente não sabia como agir naquela situação, respirou fundo e fechou os olhos pensando o que ela significava, bipolar ou não, com transtornos alimentares ou automutilação, com qualquer desses problemas ou sem eles ela era a Demi, a sua Demi, a menina que o fez esquecer o passado, a sua pequena, que ele queria cuidar, proteger, ao mesmo tempo, parecendo frágil, ainda era seu porto seguro, seu ponto de equilíbrio.

Cambaleou até ela ainda meio atordoado e a encarou fixamente deixando transparecer apenas com o olhar que estaria com ela independente de tudo, sorriu de leve lhe passando confiança, beijou sua testa de forma demorada e a envolveu pela cintura, Demi suspirou.

Depois de alguns minutos ele se afastou, pegou-a pelo braço e levantou a manga da blusa, por um instante quis gritar, aquilo não era justo, ela era tão linda, tão perfeita aos seus olhos, vê-la se machucar daquela forma o causava enjoo, negou com a cabeça voltando a pensar coerentemente e beijou de leve o pulso dela, na hora Demi só conseguiu chorar.

-Eu vou cuidar de você – ele sussurrou levantando o olhar sem deixar de acariciar sua mão – eu vou estar com você sempre, mesmo que as vezes eu aja como um idiota e diga coisas no calor da discussão, não se esqueça de que eu te amo e eu estou do seu lado – voltou a segurá-la pela cintura – esse é o ponto forte do nosso relacionamento, você percebeu? – ele riu sem jeito e entrelaçou os dedos aos dela enquanto a outra mão passeava livremente pela cintura de Demi – eu preciso de você tanto quanto você precisa de mim, esse apoio mútuo é o que nos une, eu te amo, Demi, e eu quero te ver feliz pra eu ficar feliz, eu não consigo suportar a ideia de ter falhado com você e…

-Shi – ela levantou a mão livre e colocou o dedo indicador na boca dele – eu só preciso do seu abraço agora, de mais nada.

Ele suspirou e a pegou no colo como faria com Ronan, carregou-a até a cama e ambos se ajeitaram, ela apoiou a cabeça no ombro dele se escondendo no pescoço e foi se acalmando aos poucos, Joe a apertou pela cintura e se arrumou fazendo um desenho na perna dela com o dedo, descia e subia de forma leve, eles ficaram assim, em silencio por um longo tempo.

-Demi – ele chamou com a voz rouca e ela se arrepiou.

-Hm – respondeu fraca já que seus olhos pesavam de forma assustadora.

-Achei que estivesse dormindo – ele disse baixo – sobre a greve…

-Ainda está valendo – ela disse e riu de leve se entregando ao sono que a dominava.

Cara, como eu sou muito boazinha, postei mais um capítulo hoje. E esse é o penúltimo! Gente, preparem seus corações, preparem! Só digo isso.
Comentários ? xx

I Love You To The Moon And Back - Capítulo 28


                                               Capítulo 28

Demi se levantou cuidadosamente, não queria que Joe acordasse, foi até o banheiro e quando viu seu reflexo no espelho reparou o sorriso bobo que tinha nos lábios, suspirou e lavou o rosto escovando os dentes logo em seguida, colocou uma blusa qualquer e um short e desceu as escadas faminta.
-Aê, finalmente – Nick a recebeu – não entendi nada quando a Miley me puxou portão a fora ontem a noite.
-Onde vocês dormiram? – ela perguntou fuçando a geladeira.
-Na casa da Selena – Miley entrou na cozinha respondendo – nunca mais faço isso, a Eleanor mal dormiu com o ronco do Bieber, por isso madrugamos aqui, fiquei com medo da festinha estar rolando até agora.
-Po, impossível – Nick riu.
-Ou não – Demi brincou e eles arregalaram os olhos.
-Já vi que não vai torturar a mim e a Selena.
-Não mesmo – riu mais ainda.
-Seus fãs sabem desse seu lado, Demi? – Nick implicou e ela tacou o pano de prato nele.
-Hoje a sua mãe disse que vai levar a Denise pra fazer compras – Miley mudou de assunto – eu vou tentar dormir já que eu não dormi nada essa noite…
-Eu vou pra clinica hoje, relaxa – ela disse pegando algumas coisas na geladeira e indo se sentar a mesa com Nick e Miley – já vou acordar o Joe.
-Não precisa – ele riu, estava com o olhos inchados, descabelado e só de bermuda – bom dia – foi até Demi e deu um selinho demorado nela.
-Ou, mas já? – Miley riu.
-Bom dia pra você, ciumenta.
-Não é ciúmes, só não quero poluir minha visão, principalmente a essa hora.
-Ou seja – ele se levantou e a agarrou por trás – ciúmes.
-Vai se ferrar, Joseph – Miley reclamou ao mesmo tempo que o telefone tocou.
-Eu atendo – Demi disse se levantando – alô.
Ela esperou um tempo para que a pessoa do outro lado da linha dissesse algo e a medida que ouvia ela ia ficando pálida, seu coração acelerou de tal forma e uma tontura a atingiu em cheio que foi necessário se agarrar a bancada da cozinha para não cair, piscou duas, três, várias vezes seguidas para por todas aquelas informações no lugar enquanto os outros a encaravam assustados, Joe fez menção em dizer algo mas ela arrumou forças, sem saber de onde, para levantar a mão impedindo-o, se concentrou no que a pessoa do outro lado da linha dizia e desligou logo depois de sussurrar com extrema dificuldade:
-Estamos chegando.
-O que houve? – Nick perguntou mas ela não conseguiu dizer nada.
-Calma, senta aqui – Joe disse calmamente e a pegou pelo ombro guiando-a até a cadeira, Demi ainda não tinha se dado conta o quão forte fincou os dedos na bancada, eles agora latejavam mas ela não tinha tempo pra se preocupar com isso – Miley, prepara um pouco de água com açúcar, por favor – ordenou de forma firme e se virou pra Demi – o que aconteceu, amor?
Ela abriu a boca algumas vezes mas nenhum som saia, estava com o olhar assustado, parecia uma criança perdida, de repente sentiu a boca seca e começou a tremer de forma assustadora encarando Joe com…pena? Ele se perguntou, por que ela estaria sentindo pena dele? Não fazia sentido mas mesmo assim era só isso que ele conseguia decifrar nos olhos dela, pena e desespero, um imenso desespero, que o deixava ainda mais preocupado.
-Toma, bebe – Miley disse entregando o copo pra ela, que bebeu tudo de uma vez e aos poucos pode ir recobrando os sentidos, voltou a encarar Joe a sua frente, intacto, esperando uma explicação pra aquilo tudo, não sabia como dizer a ele o que precisava dizer, apenas se lembrou das vezes em que a vida havia lhe obrigado a ser forte e se prometeu que ali não seria diferente, e como se fosse mágica, aquela Demi forte e decidida se levantou da cadeira.
-A gente tem que ir pra clinica – disse normalmente e subiu as escadas correndo.
-Droga – Joe disse irritado e socou a mesa.
-Alguém me explica? – Nick perguntou, ele e Miley se olharam confusos.
-Alguma coisa aconteceu com o Ronan, eu sinto – Joe se desesperou e não fez questão de esconder as lágrimas – ela não vai se deixar abalar, eu sei disso, e isso não vai fazer bem a ela, eu vou ter que segurar tudo sozinho.
-Ela parece tão… – Miley começou a dizer.
-Forte? – ele a cortou – é, ela se obriga a isso as vezes, mas vai por mim, quando ela não aguentar mais eu tenho até medo do que vai acontecer – ele levou as mãos até o rosto – eu vou tentar falar com ela depois, mas agora, eu preciso ir pra clinica.
-Relaxa, você não está sozinho – Nick se levantou e abraçou o irmão que sorriu em resposta.
Joe entrou no quarto em silencio, se sentou na cama e esperou pacientemente o banho de Demi terminar, assim que ela saiu ele entrou para tomar o seu, eles não se olharam por muito tempo, ela estava se controlando pra não desmoronar na frente dele, ela se cobrava isso pois sabia que ele não aguentaria quando descobrisse o que estava acontecendo.
-Demi – Joe chamou assim que estacionou o carro em frente a clinica – eu prefiro saber por você.
-Eu acho que não consigo contar – ela disse baixo fitando o nada.
-Tudo bem – ele suspirou e segurou a mão dela obrigando-a a olha-lo – mas promete que vai estar comigo, por favor.
-Sempre – ela ergueu sua mão livre e fez um carinho no rosto de Joe, puxando-o para um beijo demorado – vou estar sempre com você.
Eles desceram do carro de mãos dadas e foram recebidos por Ashley com um sorriso forçado.
-Não precisa fingir ser simpática, Ashley – Demi disparou e Joe mudou de cor.
-Demi…
-Cansei de tudo, Joseph – caminhou puxando-o pela mão até a bancada onde uma simpática recepcionista digitava algo no computador - Alice – riu, elas haviam feito amizade, na verdade, Demi a comprava com bolinhos, roupas de grife, sapatos e joias toda manhã, só pra ficar de olho em Ashley.
 -Demi, querida – na hora a menina se virou simpática – tudo bem?
-Sim – disse pra si mesma, na verdade – a médica do Ronan disse que gostaria de falar comigo e com o Joe, você pode ver se ela está desocupada agora?
-Claro, um segundo – a menina apertou um botão e chamou a doutora – ela está na sala dela, vocês sabem onde é, certo? – perguntou e o casal concordou com a cabeça – está pronta para recebê-los.
-Obrigada – Demi sorriu e apertou a mão de Joe, queria passar confiança a ele, mas isso lhe faltava também, então pareceu mais um ato de desespero e nervosismo, entraram silenciosamente e a médica os encarou séria, péssimo sinal.
-Sentem-se – ela disse arrumando os papéis a sua frente.
-Doutora, eu – Joe tentou dizer enquanto se sentava, mas ela o interrompeu.
-Por favor, Senhor Joseph, aguarde até que eu termine – disse e Demi olhou pra ele estendendo a mão, ele a segurou como se sua vida dependesse disso – sabemos que chegamos no último estágio do tratamento do Ronan, ele não respondeu aos estímulos e não encontramos nenhum doador compatível…
-Ainda – Demi disse confiante.
-Por favor – a médica continuou – ontem a noite ele piorou de forma preocupante…
-EU QUERO VÊ-LO AGORA – Joe se levantou tão rápido que Demi deu um pulo ao seu lado.
-Senhor Joseph, não me obrigue a tomar medidas piores com você – a médica elevou o tom de voz e o encarou severamente, que voltou a se sentar relutante – chegamos a um patamar crucial na vida dele e temo que ele não resista.
-Mas ele estava bem – Demi disse e o tom agudo de sua voz entregou seu medo, sua muralha estava caindo aos poucos – você não falou nada sobre o estado dele – encarou Joe – isso quer dizer que ele estava bem, não quer?
-Na verdade – Joe disse – ele passou a maior parte do tempo desacordado devido ao tratamento e aquelas manchas roxas – parou de falar repentinamente já que um nó o sufocava.
-Meu Deus, Joe – ela se espantou – por que você não me falou?
-Eu não tive tempo – disse – eu cheguei em casa e você – ele parou de novo – você sabe.
-Está dizendo que a culpa é minha? – ela abriu a boca incrédula.
-Estou dizendo que nós não estamos focando no que é certo – ele rebateu – não era hora para aquilo, você sabe.
-Eu não fiz nada sozinha – disse entre dentes.
-E você acha que dava pra resistir? – ele elevou um pouco o tom de voz.
-Acalmem-se, por favor – a médica pediu firme e eles a encararam – me escutem, não há muito mais o que se fazer – ela sussurrou – digo, podemos ficar com ele aqui, preso àqueles aparelhos e abatido, ou ir pra casa com vocês, manter os medicamentos e viver um pouco no meio desse caos, estaremos de sobreaviso caso precisem de algo.
-Quer dizer que eu vou ter que conviver com o meu filho sabendo que no segundo seguinte ele pode não estar mais ali? – Joe perguntou, agora não conseguia controlar as lágrimas – imagina, eu não consigo.
-Ele pode ficar…
-Não – Demi a interrompeu – nós vamos leva-lo.
-O que? – ele se virou pra ela – Demi, eu não vou conseguir, ele vai estar bem e um segundo depois ele pode estar morto, entendeu bem, morto?
-PARA, JOSEPH – ela gritou começando a chorar também – você prefere o que? Que ele fique aqui, sozinho, é isso? Que ele não tenha nada de bom antes de – não conseguiu falar – droga, Joe, droga, eu quero fazê-lo feliz, eu quero amenizar tudo isso.
-É IMPOSSÍVEL – ele se levantou de novo – é impossível – parou na porta e a encarou, seus olhos estavam inchados e ele apertava fortemente a própria nuca enquanto mordia os lábios – eu não consigo sem ele aqui – e saiu transtornado.
-Eu vou atrás dele – Demi disse se levantando.
-Demi, sem querer me meter – a doutora disse se levantando também – mas ele já é um homem, sabe o que fazer, já o Ronan está esperando por vocês no quarto.
-Mas eu tenho medo que ele faça alguma besteira – disse baixo.
-Ele não vai – pela primeira vez a medica sorriu, mesmo que tenha sido de leve – ele vai ver que é o melhor a ser feito.
Demi concordou com a cabeça e saiu da sala, passou no banheiro e lavou o rosto respirando fundo, ligou para Nick e pediu pra ele procurar Joe e quando achou que estava relativamente bem, foi ao encontro de Ronan e por sorte o pegou acordado.
-Oi meu amor – Demi sorriu abertamente fechando a porta e se sentando na beirada da cama – como você tá?
-To com sono – ele reclamou.
-Eu tenho uma noticia que eu acho que pode te animar, mas antes eu quero que você me ajude com uma coisinha.
-Pode dizer – Ronan disse, Demi tentou ignorar o tom baixo e cansado de sua voz.
-Quero que você me fale tudo que você sempre quis fazer, os lugares que sempre quis ir, os filmes que quer assistir, tudo, vou fazer uma lista.
-Eu não quero nada – ele disse baixo e a encarou – eu só quero ir pra casa.
Demi respirou fundo para não chorar bem ali, bem na frente dele, se ajeitou na cama e sorriu de forma maternal.
-Mas isso já vai acontecer – disse empolgada.
-Jura? – o pequeno sorriu – caramba, é mesmo?
-Sim – Demi riu se levantando – daqui a pouco a doutora virá aqui e daí só a gente arrumar as coisas.
Em poucas horas Demi já estava com Ronan em casa, uma enxurrada de recomendações e uma dose de preocupação a mais, porque até agora não havia nem sinal de Joe, resolveu se desligar disso e passou o dia assistindo a maratona de Bob Esponja, quando se deu conta já era noite e Ronan dormia calmamente ao seu lado, a primeira coisa que ela fez foi ver se ele respirava, se sentiu aliviada ao constatar que sim, se levantou calmamente para não acorda-lo quando sentiu lágrimas escorrerem pelo seu rosto.
-Eu te amo tanto, filho – passou a mão pelo rosto dele enquanto sussurrava – eu te prometo que vai ficar tudo bem – beijou de leve o topo da cabeça dele e ajeitou o cobertor a sua volta, deu uma última conferida nos comprimidos na mesinha e nos horários a serem tomados, se virou pretendendo chorar em silencio até não sentir mais esse aperto no peito, mas encontrou Joe parado na porta, encarando a cena, igualmente emocionado.
Demi passou por ele como se ele fosse um objeto, pode ouvi-lo entrar no quarto de Ronan, ela foi direto para o banho, demorou o máximo que pode lá, apreciava enquanto cada gota de água relaxava seus músculos de forma milagrosa, fechou os olhos e chorou tudo que havia segurado até agora, pediu a Deus que o barulho do chuveiro abafasse os sons de seus soluços que eram cada vez mais altos, se agachou lentamente até se sentar no chão, o contato com o chão gelado fez com que ela fizesse uma careta, jogou a cabeça para o lado e encarou uma caixinha na prateleira mais alta ao lado do armário.
-Não – se surpreendeu com seu próprio sussurro – você não pode, você não tem culpa – disse pra si mesma – você é forte, Demi, muito forte.
Ela encarou mais uma vez a caixinha e voltou a chorar, escondeu o rosto entre os joelhos e abraçou a perna tentando manter um raciocínio lógico, mas tudo que vinha a sua mente eram as palavras de Joe, afinal, ele estava certo, se ela estivesse sido radical desde o inicio com toda essa história de ter uma noite romântica, nada disso teria acontecido, certo? Não, não era certo, ela não tinha culpa, mas a situação fazia com que ela se sentisse culpada e isso era demais pra ela, se levantou sem se preocupar em como estava molhando o chão do banheiro e abriu a caixinha pegando a lâmina que estava dentro, não sabia ao certo como havia chegado ali, nem como havia começado, só se deu conta quando a água ao seu lado tomou um tom avermelhado e seu pulso começou a arder de forma assustadora, tudo voltou como era antes, ali estava a Demi de sempre, jogada no chão do banheiro quebrando promessas antigas.

 Gente, só faltam 2 capítulos ! ! Vamos chorar :((( 
E aí, comentários ? xx

quarta-feira, 6 de março de 2013

I Love You To The Moon And Back - Capítulo 27


                                                  Capítulo 27

Demi acordou com o sol em seu rosto, se revirou na cama tentando encontrar alguma posição melhor mas estava quente demais para continuar deitada, se levantou ainda com preguiça e encontrou Joe sentado olhando pra ela.
-Bom dia – disse preguiçosa – por que você não me acordou?
-Porque eu sabia que o sol faria isso por mim – riu.
-Não, era pra você falar “é que você fica linda dormindo, amor” – debochou – vamos de novo, por que…
-Deixa de ser chata, Demi – ele riu e se jogou ao lado dela – você ta sempre linda, sempre.
-Eu sei – sorriu convencida dando um selinho nele – vou tomar banho, hoje você fica aqui descansando, eu vou passar o dia com o Ron na clinica.
-Nada disso – ele a segurou delicadamente pela cintura.
-Foi o que combinamos, Joe – ela disse confusa.
-Eu sei, Demi, mas, olha – ele a segurou pela mão entrelaçando seus dedos – quando você não está na clinica, está cuidando da sua carreira, shows, entrevistas, ensaios fotográficos – suspirou – faz ideia de quanto tempo você não tem um minutinho pra você?
-Joe, eu…
-Calma, deixa eu terminar – ele fez um carinho na mão dela – sei lá, fazer compras, ir no salão, essas coisas que mulher gosta, você está a séculos sem sair com a Selena, a Miley veio pra cá e vocês não tiveram nem um segundo juntas, eu sei que isso é uma necessidade pra você, e eu vou me sentir como se estivesse te prendendo.
-Você não está – respondeu Demi de imediato.
-Eu sei que não, eu sei que você faz isso porque nos ama – ele disse cauteloso – mas acho que ta na hora de você se amar um pouquinho também, não acha?
-Você não vai me dar escolha, né? – ela afirmou.
-Não – riu – hoje eu quero que você ligue pra Selena, combine com a Miley ou com mais quem você quiser, e saia, se divirta, seja feliz – ele deu um selinho rápido nela – eu recrutei o Nick e a Eleanor para ficar na clinica comigo e com o Ron, vai ficar tudo bem, se desliga um pouco, por mim – ele fez uma carinha meiga e ela riu.
-Ok, Joseph – Demi riu de leve – vou agitar as coisas com as meninas, a gente se vê de tarde?!
Joe concordou com a cabeça e ela levantou pra se arrumar, saiu com Miley na hora do almoço, encontraria Selena em um restaurante e as três passariam a tarde juntas, depois de comerem foram ao shopping.
-MEU-DEUS – Selena abriu a boca encantada – eu preciso daquele vestido.
-Olha aquele sapato – Miley completou puxando Selena pelo braço e apontando para a vitrine do lado.
-Droga de sinal – Demi resmungou.
-Demetria, para de tentar falar com o Joseph.
-Não enche, Gomez.
-Sério, Demi, a Selena tem razão – Miley se intrometeu – a gente ta aqui pra se divertir, isso não é nenhum pecado e você prometeu que iria se desligar.
-Mas é que…
-Vou ter que tomar seu celular? – Selena perguntou brava e Demi bufou – ótimo.
-Mas eu não quero nenhum vestido e nem sapato, nem nada, não to no pique pra compras.
-Eu sei uma coisa que você pode comprar – Miley riu divertida olhando para uma loja atrás de Demi que se virou para ver do que se tratava.
-Nem pensa nisso – completou.
-Por que, Demi? – Selena riu – eu acho uma ótima ideia.
-Eu não vou entrar lá – se apressou em dizer.
-Demi, é uma loja como outra qualquer – Miley sorria.
-Não, não é não – Demi negou com a cabeça – eu tenho fãs que são crianças.
-Ninguém precisa saber o que você comprou – Selena disse.
-Claro, vão achar que eu entrei em um sex shop pra comprar ursinhos de pelúcia – ironizou.
-Vai que tem, né – Miley disse e as duas a encararam – o que, gente? Hoje em dia existe de tudo nessa área, uma vez eu comprei um…
-CALA A BOCA, CYRUS – Demi interrompeu assustada.
-Eu só queria compartilhar minha experiência – riu sozinha – e eu acho super justo depois de ter uma tarde divertida com as suas lindas amigas, você dar diversão ao seu marido.
-Noivo.
-Tanto faz – Selena e Miley disseram juntas.
-Todo mundo sabe que o Joe ta hospedado na sua casa – Selena emendou – e nem vem pagar de santa que você já me ligou umas duas ou três vezes achando que estava grávida.
-Selena Marie Gomez, você tirou o dia, né? – Demi se irritou.
-Pra te amar, amiga linda, tirei o dia para te amar – disse mexendo no cabelo – tive uma ideia – encarou a mecha em sua mão – eu e você vamos para o salão e a Miley Safada Cyrus que entende dessas coisas vai para a loja e compra algumas coisinhas para a sua noite hoje.
-Aham, você não entende de nada – Miley riu – eu acho uma ótima ideia, encontro vocês daqui a pouco.
-Eu não quero… – Demi tentou dizer mas Selena a puxou pelo braço enquanto cantarolou um “tchauzinho” para Miley que riu animada enquanto entrava na loja.
Elas entraram no elevador e foram para o último andar onde tinha um salão incrível que Selena adorava, entraram e logo conseguiram uma vaguinha, Demi não gostava muito disso, era apenas dizer seu nome que as portas se abriam.
-Eu não acredito que vocês estão fazendo isso – bufou – não preciso de ajuda com a minha vida sexual.
-Aham – Selena disse distraída encarando as revistas escolhendo o que faria em seu cabelo.
-Sério, isso foi longe demais, esse tipo de coisa não se ajuda.
-Uhum.
-Selena, presta a atenção em mim – Demi bufou irritada e Selena ergueu os olhos para encara-la – eu não quero…
-Eu sei o que você não quer, Demetria, que coisa chata – ela quem bufou dessa vez – fica quieta, se você não agradecer, ou melhor, se o Joseph não agradecer, você pode fazer o que quiser comigo e com a Miley.
-O que eu quiser? – ela riu – tentador.
-É, e tira esse sorriso assustador da cara – Selena disse jogando uma revista na amiga – Jogos Mortais – elas riram juntas.
-E então, o que vai ser? – uma mulher simpática perguntou.
-Eu quero só uma escova – Selena disse – e ela vai ficar morena.
-OI?
-Essa cor aqui – apontou no mostruário de cores.
-Selena – Demi tentou se defender.
-Amiga, imagina que incrível você morena pra essa noite – riu – tipo a Xena.
-Xena? – Demi gargalhou – você só pode estar bêbada.
-Vamos, você vai ficar linda – Selena riu junto com ela e elas entraram para fazer o cabelo.
Depois de algumas horas elas estavam prontas e haviam adorado o resultado, terminaram de pagar e saíram a procura de Miley.
-Tenho até medo de saber o que ela ta comprando durante todo esse tempo – Selena comentou e Demi estremeceu.
-Avisa ela que nós vamos esperar no carro – disse – não quero ser vista nem com sacolas dessa loja.
Selena revirou os olhos e mandou uma mensagem pra Miley, assim que saíram vários paparazzi invadiram o estacionamento enchendo as duas de perguntas, sempre as mesmas, como estava o namoro, no caso de Selena, o quase casamento, sobre Ronan, sobre os próximos CD’s e etc, com um pouco de dificuldade elas entraram no carro.
-Ufa – Selena respirou fundo aliviada – as vezes isso me faz querer desistir.
-Exatamente – Demi riu sem humor tirando o sapato alto e massageando os pés – manda outra mensagem apressando a Miley.
-Ta louca pela noite de hoje, né, Demi – implicou.
-Cara, eu devia ganhar um prêmio por te aguentar – riu – eu to cansada, só isso.
Selena mandou um beijo pra ela provocando e pegou o celular da bolsa, enquanto digitava sentiu Demi encostando em seu ombro, ergueu a cabeça e viu Miley conversando com os paparazzi.
-Ah, não – soltou Selena rindo da cena.
-BEIJOS, FÃS – Miley gritou enquanto corria para o carro – ah, eles são legais – se sentou no banco de trás e encontrou as duas encarando-a – o que?
-Eles não…
-Eu guardei as bolsas dentro das outras – Miley se apressou em explicar – relaxa, não sou tão louca assim.
-Você deu cupcake para eles – Selena disse – eles são inimigos – riu.
-Acho que vocês são injustas com eles – explicou pondo as bolsas ao seu lado – eles são legais, é só você dar atenção que esquecem as perguntas chatas e começam a te fotografar.
Demi soltou um riso bobo e revirou os olhos, Miley era assim, conquistava todo mundo sem fazer muito esforço, seu jeito espontâneo e engraçado cativava com facilidade.
Chegaram em casa e assistiram um filme e devoraram vários doces até que no final da tarde as meninas obrigaram Demi a se arrumar, ela torcia o nariz pras coisas que Miley tirava da sacola, aquilo lhe parecia um tanto assustador, mas mesmo assim, sabia que poderia descontar nas duas depois, então deixou com que fizessem o que fosse preciso, no final de tudo, vestia um roupão que escondia uma fantasia super sexy que escolheram por votação já que havia mais umas cinco tão provocantes quanto aquela.
-Pronto – Selena disse sorrindo.
-Acho que até eu te pego agora – Miley riu.
-Idiota – Demi bufou corada.
-Só falta ele broxar hoje – Selena disse e elas gargalharam.
-Ele não tem esse problema – Demi mordeu os lábios instintivamente.
-Hm, ok – Miley provocou – beijo pra você e não precisa agradecer, ok? Ok.
-Beijos, meninas – Demi abraçou cada uma – obrigada – disse – pela tarde – completou antes que elas zoassem – foi tudo incrível.
-A gente merece isso – Selena disse – vamos fazer mais vezes.
-Com certeza – Miley completou e elas ouviram o barulho do portão – hora da festa – disse rindo – beijos, amiga, amanhã a gente se fala.
Demi sorriu simpática e acompanhou as meninas até a porta, ficando pela sala mesmo esperando Joe entrar.
-Ei, alguém? – ele perguntou entrando e pondo as chaves na mesinha – Demi?
-To aqui – ela respondeu e ele seguiu a voz dela encontrando-a no sofá.
-UOU – soltou involuntariamente – seu cabelo.
-Não gostou? – perguntou triste.
-Eu amei – ele sorriu – tá muito linda – fez uma pausa – meu Deus, Demi, você tá perfeita.
-Obrigada – ela se aproximou dele beijando-o apaixonadamente.
-O que que te deu? – ele perguntou ofegante, se afastando a procura de ar.
-Nada, por que?
-Sei lá, esse fogo todo – ele riu passando a mão pela cintura dela.
-Ta reclamando, é?
-De jeito nenhum – ele disse e ela se aproximou dele  sussurrando:
– Você ainda não viu nada – o pegou pela mão e o guiou até o quarto, como havia prometido as meninas, aquela noite seria inesquecível, e seria deles, e isso era tudo que importava.

 Só mais três capítulos :((( Comentários ? xx