quinta-feira, 25 de abril de 2013

Capítulo saiuuuuuuuuuu!

Gente, desculpa a demora, mas, como vocês sabem, eu tava viajando. Enfim, tá aqui a atualização da fic. Espero que vocês gostem :))) Comentem, viu ? Beijo xx

Ah, como a fic é interativa, não consegui dividir por capítulos, então ta tudo junto, vocês são tem que descer a página.

Capítulo 2 .

terça-feira, 2 de abril de 2013

Aviso!

Gente, desculpa. Eu abandonei vocês, né ? Bom, eu to viajando, volto dia 13. Dia 15 tem att da fic. Fiquem atentos. De novo, desculpa. Beeeeeeeeeeijo xx

segunda-feira, 18 de março de 2013

sábado, 16 de março de 2013

OOOOOOOOI :)

Gente, ta aqui a fic interativa :)) http://justfanfictionwriters.blogspot.com.br/p/loving-him-is-red-por-larissa-brum.html Vou postar nessa página separada pra não ficar dando bug no blog, ok ? Então, espero que gostem. /beeeeeeeiju

quarta-feira, 13 de março de 2013

sexta-feira, 8 de março de 2013

oi, pessoas

Entããããoooo, haha, eu escrevi essa fic tem um tempinho e, sem dúvida, ela é a minha favorita, a Carol repostou aqui no blog e, como eu já disse, eu sempre tava aqui lendo os comentários de vocês e tudo mais, e como terminou eu vim agradecer por isso, por vocês que acompanharam e comentaram, enfim, foram tão fofos, obrigada, mesmo, eu espero que eu não tenha desapontado vocês, enfim, é isso, não sei se ela vai postar outra fic, mas se postar eu espero que vocês interajam tanto quanto interagiram com essa, show? Beijos, lindos <3

I Love You To The Moon And Back - Capítulo 30 - FINAL

                                             Capítulo 30

Coloquem essa >>  música << pra carregar e deem play quando eu der o aviso :) 
-Demi – Joe chamou baixo a sacudindo de leve – Demi, levanta – começou a trilhar um caminho com beijos delicados indo do ombro até a nuca dela, que se mexeu arrepiada.

-Me deixa, Joe – resmungou ainda meio inconsciente.

-Já tá tarde e já estão todos esperando, já vamos servir o almoço – ele disse e ela deu um pulo da cama.

-O CHURRASCO – gritou assustada se lembrando do que havia combinado com sua família.

-Exatamente – ele sorriu meigo – vai se arrumar e não demora pra descer.

Demi concordou ainda meio sonolenta e se levantou para tomar um banho rápido, ao constatar que o tempo estava um pouco nublado, o que era raridade, se deu conta do por que não ter acordado com a claridade, há tempos não dormia tanto, abriu o chuveiro e respirou aliviada por estar se sentindo melhor e pelo tempo estar assim, isso facilitaria com as blusas de manga comprida.

Desceu rapidamente com um moletom qualquer que praticamente a engolia e um short jeans, Joe nunca entendera essa mania de Demi mas achava extremamente sexy o fato dela usar um casaco tão grande que escondia o short, sorriu ao vê-la completamente a vontade e aparentemente bem melhor.

-Desculpem o atraso – ela sorriu sem graça indo falar com todos ali.

-Que nada, querida – Denise sorriu de leve – estamos terminando aqui.

-Quer ajuda? – ela apontou para as panelas torcendo para a resposta ser negativa, não sabia cozinhar muito bem mas não podia ter deixado de se oferecer.

-Não, sua mãe e a Dani estão me ajudando – respondeu – obrigada.

Demi sorriu e se virou vendo Joe se aproximar com Ronan no colo.

-MÃE – o menino gritou e aquilo pareceu exigir muito de suas forças, Demi sorriu e estendeu o braço pegando-o no colo.

-Oi, meu príncipe – fez um carinho que suspirou deitando a cabeça em seu ombro.

-To com fome – ele disse baixo – e eu não gosto de frio.

Demi soltou um risinho fraco.

-Nem eu – torceu o nariz e se sentou em uma cadeira próxima a piscina ajeitando Ronan no colo, logo engataram um papo qualquer.

-To preocupado – Joe puxou uma cadeira se sentando ao lado de Miley e Nick que conversavam animadamente sobre qualquer coisa, ele encarava Demi e Ronan – eu me esforço mas não consigo agir como se isso não fosse acabar a qualquer momento.

-Joe – Miley chamou se aproximando dele.

-Não dá, Miles, não consigo – ele olhou pra ela de forma desesperada – a Demi também não consegue, eu sei que não – um nó apertou sua garganta quando se lembrou da cena da noite anterior.

-Mas ela tá tentando, cara – Nick disse baixo – mesmo que essa preocupação toda esteja assustando ela também, ela ta tentando fazê-lo feliz aqui – ele se virou pra encarar Demi e Ronan que agora gargalhavam de algo – tenta também.

Joe suspirou agoniado e ficou pensando em como sua vida estava uma bagunça. Enterrou o rosto nas mãos e segurou o choro respirando fundo, agradeceu quando Dianna e Dani chegaram com travessas de comida e colocaram na mesa chamando todos para se aproximar, Eddie fez uma oração e naquele momento ele não precisou fazer esforço para parecer feliz, todos estavam a vontade, todos sorriam, todos se sentiam bem, e ele pertencia àquele lugar, aquela era sua família.

-Tchau – Demi sorriu para Denise, Kevin, Dani e Frankie que preferiram ficar hospedados em um hotel.

-Todos já foram? – Joe perguntou encarando Demi que fechava a porta.

-Uhum – ela sorriu pra Ronan que estava deitado no colo do pai vidrado na TV – vou pegar alguma coisa doce pra eu comer – riu – quer?

-Eu quero – Ronan levantou o dedo sem tirar o olho da TV.

-Ah, você está me escutando, né – Demi riu – vou pegar – saiu correndo e quando chegou deu um grito de dor.

-Demi?! – Joe gritou desesperado se levantando e deixando Ronan no sofá.

-Calma, não foi nada – ela tentou rir mas seu pé sangrava um pouco, se abaixou e pegou o objeto que havia lhe machucado – malditos dinossauros de plástico, eu sempre me machuco com eles.

-Tá vendo isso aqui? – Joe mostrou uma cicatriz no joelho – carrinho de polícia.

Eles riram juntos.

-Que foi, mãe? – Ronan apareceu na cozinha com olhar inocente.

-Campeão, você não pode deixar os brinquedos espalhados pela casa – Joe disse pegando o filho no colo e colocando-o sentado na bancada – a mamãe machucou o pé.

-Tá tudo bem, Joe – Demi tentou dizer mas ele a interrompeu.

-Ele tem que aprender – disse sério mas de forma suave – pede desculpas.

-Desculpa, mãe – ele pediu e estendeu os bracinhos pra que ela o abraçasse, e assim Demi fez.

-Ta tudo bem – sorriu com ele no colo.

-Mas esse dinossauro foi o Tio Frankie – disse sapeca, Joe e Demi riram.

-Depois ele vem pedir desculpas também – disse Joe abrindo a geladeira e pegando uma barra de chocolate – filme?

-E depois praia – Ronan levantou os braços empolgado.

-Praia com esse tempo? – Joe torceu o nariz.

-Poxa, quando tava sol eu tava na clinica – o menino abaixou o olhar – não precisa entrar na água, só quero pegar conchinhas.

-A gente vai – Demi disse e o garoto sorriu – tem uma praia aqui perto que não fica muito cheia, ainda mais em dias como esse.

Joe concordou e depois do filme eles se arrumaram pra ir até a praia, Demi mancava um pouco o que fez ele perguntar se ela não preferia ficar em casa, claro que não, ela não perderia essa tarde, Demi amava a beleza das pequenas coisas, dos pequenos gestos, e sabia que seria mais feliz naquela tarde do que já fora em toda a sua vida, estaria com a sua família em algo que parecia tão simples, mas devido a situação, começou a agradecer a Deus por cada segundo ao lado do filho.

-Sem correr, Ron – Joe disse observando o filho indo na frente enquanto ele e Demi caminhavam de mãos dadas mais atrás, a praia estava deserta e o vento parecia mais gelado vindo do mar – é estranho, uma hora ele ta bem e outra hora ele…

-Hoje não, Joe, hoje não – Demi sussurrou.

Depois que Ronan pegou as conchinhas que queria eles se sentaram na areia pra lanchar, era fim de tarde e estavam apreciando a vista, Demi estava com o pequeno deitado em seu colo enquanto se apoiava em Joe, ninguém disse nada, não era preciso dizer nada porque o momento falava por si, eles estavam completos ali, os três e não precisavam de mais nada.

-Vamos? – Demi perguntou baixo depois de um longo silencio, perderam a noção do tempo – tá ficando tarde e frio.

-Uhum – Joe concordou e ela se desencostou dele para que ele levantasse – bora, campeão – sorriu e estendeu o braço para Ronan – Ron – chamou de novo e sem saber porque Demi sentiu uma pontada aguda no coração – Ronan – Joe quase gritou dessa vez mas o menino não se mexeu.

Demi o encarou Joe em silencio enquanto lágrimas se formavam de uma maneira que qualquer um acharia humanamente impossível, ela voltou os olhos para o menino em seu colo e pediu a Deus que ele estivesse sonhando, sonhando com algo muito bom, já que a realidade estava distante disso. Joe sentiu as pernas falharem e se jogou de joelhos bem de frente pra eles chorando desesperadamente, encarou Demi mais uma vez e pode ver quando ela sussurrou no ouvido de Ronan:

-Eu te amo – engoliu o choro já que respirar estava ficando cada vez mais difícil – filho.

Narração Demi

Me arrumei mesmo sem sentir a mínima vontade pra isso, na verdade, não sinto vontade de fazer nada. Eu sabia que isso aconteceria uma hora, todos sabiam na verdade, mas daí realmente acontecer é algo assustadoramente terrível.

Encarei meu pé machucado antes de calçar uma sapatilha preta bem confortável e me olhei no espelho pela ultima vez, maquiagem seria besteira já que eu ainda não tinha parado de chorar nem por um segundo se quer, suspirei e peguei meu celular lendo os recados dos meus fãs, a mídia já sabia de tudo e mais uma vez eu encarei aquela tag nos assuntos mais comentados do twitter: Stay Strond Demi.

-Por vocês – sussurrei pra mim mesma e ouvi batidas na porta, ergui meu olhar e quase desmaiei, ver Joe daquele jeito era demais pra mim, queria poder tirá-lo de todo esse pesadelo mas isso seria impossível se eu não soubesse como sair também, tentei sorrir mas acho que não deu muito certo.

-Vamos? Tá na hora – ele disse apoiado na porta e eu suspirei concordando, peguei minha bolsa e desci.

Fomos em completo silencio até a capelinha que escolhemos, era pequena e afastada da cidade, saí do carro tentando controlar as lágrimas, Joe se apressou para me alcançar e entrelaçou nossos dedos apertando um pouco a minha mão, sabia que, independente de tudo, eu o teria do meu lado para me ajudar, olhei pra ele e mais uma vez tentei sorrir.

Entramos e todos que estavam ali me encararam, eu odeio olhares de pena, odeio mais do que tudo, aquilo fez minhas pernas vacilarem e eu fiz menção de desmaiar, um enjoo tomou conta de mim e eu pude sentir o pouco que eu ingeri naquelas ultimas horas voltando a toda na minha garganta, respirei fundo e engoli seco tentando manter a calma.

-Demi – Selena veio até mim e Justin me abraçou pela cintura, eles me conheciam bem, não precisava de palavras até porque, não tinha o que ser dito, precisava apenas de apoio, do apoio deles que me conhecem há anos.

-Você sabe que a gente está do seu lado sempre, né? – Bieber perguntou no meu ouvido e eu não pude deixar de chorar mais, o abracei com toda força que existia em mim e ele retribuiu de forma fraternal.

Quando Selena me abraçou eu pude jurar que desmaiaria ali, já passamos por tanta coisa juntas e eu não tenho palavras pra dizer o quanto o apoio dela vale pra mim, depois que todos falaram comigo eu achei que não conseguiria ficar ali dentro mais, me afastei e me sentei em um banquinho que estava no canto da capela, olhei todos ali e procurei por Joe e o encontrei na mesma situação que eu, do outro lado da sala, sentado, isolado.

Eu não consigo conter esse meu instinto de proteção por ele embora ele que me proteja na maioria das vezes, vê-lo ali, tão vulnerável, fez meu estômago revirar, abaixei a cabeça me sentindo um pouco tonta, levantei alguns minutos depois e voltei a olhar para Joe, mas ele não estava mais sentado lá, rodei meu olhar pelo salão e o encarei onde eu mais temia, no lugar onde eu não queria estar, me levantei vendo que ninguém prestava a atenção em mim ou nele e caminhei lentamente em sua direção, conforme me aproximava meu estomago dava outros sinais de que não estava nos seus melhores dias mas eu ignorava isso, quando cheguei perto o suficiente me agarrei a sua cintura e juntos nós choramos em silencio encarando nosso menino ali, deitado, como se estivesse dormindo tão tranquilamente que nada poderia perturbá-lo.

Depois de um tempo seguimos até o cemitério na cidade de Joe, era pequeno e simples e lá outros amigos dele se juntaram a cerimônia, chegamos e todos caminharam lentamente até onde ele seria enterrado, encarei a todos ali, a família de Joe, a minha família, alguns membros da minha banda que eram bem chegados a mim, Selena e Justin, todos que eu amava, todos, menos o mais importante.

Voltei meu olhar para aquele pequeno caixão e mais uma vez senti como se fosse desmaiar, olhei em volta e encarei a plaquinha ao lado, “Taylor Alison Swift”, caminhei até ela e me abaixei.

-Obrigada por ter confiado em mim para cuidar dele – falei baixo e me surpreendi com o som da minha própria voz – agora é sua vez – sorri fraco e senti uma mão no meu ombro me virei e Joe chorava ainda mais, me senti culpada por isso então me apressei pra pedir desculpas mas ele só me abraçou forte, nos soltamos quando eu ouvi o Pastor da cidade dar inicio a sua mensagem.

-Amém – ele finalmente disse depois de uma longa oração e pude sentir todos prenderem a respiração para o pior, o adeus definitivo, surtei.

-Espera – disse tentando não parecer tão desesperada – eu gostaria de mostrar algo a vocês antes – sorri para o Pastor que retribuiu de forma meiga, chamei Mike, meu guitarrista e grande amigo e ele correu até seu carro voltando com um violão – eu escrevi essa musica em uma das minhas madrugadas na clinica – consegui com muito custo conter as lágrimas – eu posso dizer com toda convicção que, o dia que ele me chamou de mãe foi o dia mais feliz da minha vida e nada vai se comparar ao amor que eu sinto – me neguei a usar o verbo no passado – por ele – fiz uma pausa e olhei pra Mike que concordou com a cabeça – Ron, eu sei que você pode me ouvir e eu quero que você saiba que eu te amo muito.

Coloquem a música

Comecei a cantar me surpreendendo com o fato de parecer controlada na maior parte da musica embora todos aqueles sentimentos me corroessem por dentro.

I remember your barefeet down the hallway

(Eu me lembro de seus pés descalços pelo corredor)

I remember your little laugh, race cars on the kitchen floor plastic dinosaurs, I love you to the moon and back.

(Lembro-me de sua risada delicada, carros de corrida no chão da cozinha, dinossauros de plástico. Eu te amo daqui até a Lua)

Fechei os olhos e me senti bem, me senti conectada a Ronan de forma inexplicável, senti como se ele (e Taylor) pudessem me ouvir, sorri ao perceber que, mesmo com tudo, ele estava bem, ele estava com sua mãe e não tinha porque me preocupar.

I remember your blue eyes looking into mine like we had our own secret club.

(Lembro-me de seus olhos azuis olhando nos meus como se tivessemos nosso próprio clube secreto)

I remember you dancing before bedtime then jumping on me waking me up.

(Eu lembro de você dançando antes de dormir e depois pulando em cima de mim para me acordar)

I can still feel you hold my hand little man, and even the moment I knew you fought it hard like an army guy.

(Eu ainda posso sentir você segurando minha mão, homenzinho, até o último momento eu soube, você lutou como um homem do exército)

Remember I leaned in and whispered to you: Come on baby with me, we’re gonna fly away from here, you were my best four years

(Lembro que eu me inclinei e sussurrei para você: Venha comigo, querido, vamos voar para longe daqui, você foi os meus melhores quatro anos)

Acordei daquele transe quando ouvi as últimas palavras da musica saindo da minha boca, suspirei e olhei pra Joe que também sorria emocionado e na hora tive a certeza de que ele havia tido a mesma sensação que eu, Ronan estava bem então nós também estaríamos, e só isso importa.






Quase nove meses havia se passado e eu ainda não acreditava como eu estava bem, quero dizer, Ronan fazia falta, ele sempre vai fazer, mas era como um anjinho agora, sabia que ele estava cuidando de mim e de Joe, sempre lembrávamos dele nas nossas orações e sempre sorriamos quando nos deparávamos com uma foto dele no mural do corredor.

-Joe, corre aqui – gritei um pouco desesperada de dentro do banheiro e ele brotou do meu lado com uma rapidez assustadora.

-Não me diz que – ele começou a dizer e eu soltei o grito de dor que estava preso na minha garganta.

-Pega a bolsa logo – disse entre dentes desesperada.

-Mas…

-JOSEPH, EU VOU PARIR DENTRO DO BANHEIRO, PEGA A MERDA DA BOLSA LOGO – gritei com ele porque homem nessas horas só funcionam sob pressão.

Duas semanas depois do enterro eu descobri que o enjoo que havia sentido não era só pela ocasião, ficar grávida foi uma das melhores experiências da minha vida e ter que lidar com Joe nesse período foi uma ótima escola para o nosso futuro casamento.

Não que um papel vá mudar algo, tudo estava como antes, a família de Joe voltou para sua cidade e ele ficou aqui comigo, estamos bem mas ele não conseguiu aturar muito bem minhas mudanças assustadoras de humor e meus desejos de madrugada, e agora não é capaz de pegar a bolsa que está dentro do armário enquanto eu urro de dor no banheiro.

-Calma, amor, respira – ele disse pondo a bolsa no ombro e me ajudando a por uma roupa.

-Eu to tentando – eu disse e gritei de novo – coloca a bolsa no chão, Joe, vai ajudar – disse tentando manter a calma.

-Boa ideia – ele respondeu rindo pelo nervosismo e colocou a bolsa no chão do banheiro me ajudando a colocar o vestido – vamos – ele me segurou pela mão e agora as contrações já não estavam em seu ápice, o que me possibilitou ir andando até o carro e instruindo Joe.

-Já ligou para a médica? – perguntei enquanto previa mais uma contração vindo, me agarrei no banco.

-Já, já sim – Joe disse dividindo a atenção pra mim e para o transito.

-Prefiro que você – parei de falar para gritar – olhe só para o transito.

-É melhor – ele riu.

-Do que você ta rindo, idiota? – perguntei realmente irritada e mordi uma toalhinha que estava na minha mão com o intuito de abafar o grito.

-Você toda nervosinha – ele riu mais – é engraçado.

Me irritei.

-ENGRAÇADO PORQUE NÃO É – parei pra gritar outra vez – VOCÊ, SEU INFELIZ.

-Eu não sou infeliz – ele estacionou e eu respirei aliviada por ter chegado, vi que Joe deu a volta e pegou a bolsa me ajudando a sair do carro logo em seguida – você me faz o cara mais feliz do mundo.

Não tive resposta para aquilo já que era quase impossível pensar com aquela dor indo e vindo de forma assustadora, graças a Deus a equipe médica estava preparada pra mim e eu entrei rápido na sala de parto, não sabia ainda se tinha maturidade e estrutura pra ser mãe, mais uma vez me lembrei de Ronan e sorri, ele tinha me ensinado o significado dessa palavra e na hora uma onda de confiança me invadiu.

-Cadê o Joe? – perguntei olhando em volta.

-Ele está se vestindo, daqui a pouco está aqui – a médica disse simpática – já escolheram o nome?

Acho que ela estava tentando me distrair e deu certo, qualquer mãe esquece do mundo quando o assunto é seu filho.

-Ainda não – sorri – não sabemos o sexo, preferimos a surpresa.

Ela riu concordando e eu pude ouvir a voz de Joe.

-Diga oi, futura mamãe – ele tinha o olhar marejado e me filmava de perto.

-Para, eu to horrorosa – me defendi.

Depois disso foi como se alguém tivesse avançado a cena de um filme, não liguei pra dor, não liguei pra nada, despertei apenas ao ouvir o som fraco, quase um resmungo, de um bebê, depois ficou mais forte e meu coração acelerou, pude ouvir que levaram ele pra longe de mim e Joe foi atrás e nesse instante me senti desprotegida, minutos depois eles voltaram e ele colocou aquele pequeno embrulho no meu colo.

-É uma menina – ele sorriu bobo e fez um carinho no meu rosto beijando a minha testa – uma menina linda.

-Ei minha princesa – sorri emocionada encarando aquele bebê tão pequeno.

-E então, diga oi – Joe se afastou pegando a câmera novamente – primeiro registro da – parou e me olhou como se concordasse com a ideia que eu tinha tido dias atrás, então suspirei feliz que ele tenha gostado da ideia.

-Taylor – dissemos juntos e extremamente felizes.

As vezes penso que a vida pode ser comparada a uma praia, sorri ao lembrar como Ronan amava praias, a nossa havia sido uma bagunça, como o mar em dias de tempestades, furioso, mas agora, agora eu sinto que finalmente tudo está se acalmando, sinto que tudo está entrando nos eixos e o que resta é essa calmaria, ondas pequenas, que nos fazem pensar que no fundo, tudo tem um propósito, tudo vale a pena.





AAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAAH, último capítulo, todos choram ))):

Espero que vocês tenham gostado, me inspirei MUITO na musica da Taylor e em um clipe do Nickelback que eu não me lembro exatamente qual agora, enfim.

MUITO OBRIGADA AOS QUE COMENTARAM E TUDO MAIS, MESMO, MUITO OBRIGADA, espero ter correspondido as expectativas.
- Larissa

Geeeeeeente, acabou :((( E aí, o que que vocês acharam do final ? Comentem, por favor!
-Carol